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Mulher é morta após torturas em Aripuanã

Uma jovem de 24 anos foi sequestrada, torturada e assassinada por integrantes de facção criminosa em Aripuanã, a 1.198 km de Cuiabá. Seu corpo foi encontrado dentro de um estabelecimento no bairro Vila São José Operário, e dois homens foram presos em flagrante pela Polícia Civil.

Redação Agora Pronto News(05/06/2026)
Mulher é morta após torturas em Aripuanã

A cidade de Aripuanã, localizada no interior de Mato Grosso, foi cenário de um crime brutal na tarde de quarta-feira. Ana Beatriz Silva Lopes, de apenas 24 anos e residente do distrito de Conselvan, foi vítima de sequestro, torturas e homicídio cometidos por criminosos ligados a uma facção atuante na região.

Informações chegaram às autoridades policiais indicando que a jovem estava sendo mantida em cárcere privado em um estabelecimento na cidade. A Polícia Militar e a Polícia Civil uniram esforços e iniciaram uma operação para localizá-la. Denúncias apontavam que ela poderia estar em uma boate conhecida como Bar da Samy ou Patamanaura, localizada no bairro Vila São José Operário.

Ao chegar ao local, os policiais notaram movimentos suspeitos no interior do estabelecimento. Residentes presentes na região indicaram o imóvel aos agentes. Utilizando uma porta dos fundos que estava aberta, a equipe policial entrou no local em busca de informações sobre o paradeiro da vítima.

Durante o interior do estabelecimento, os policiais se depararam com uma cena de horror: o corpo de Ana Beatriz estava na cozinha, enrolado em um lençol. Conforme investigações preliminares, a jovem havia sido amarrada e submetida a torturas contínuas desde antes das 7 horas da manhã, permanecendo sob domínio dos criminosos por várias horas até sua morte.

Os suspeitos foram localizados no próprio local. Um deles tentou escapar ao perceber a chegada da polícia e reagiu à abordagem, necessitando do uso de força para sua contenção. O outro investigado foi encontrado escondido embaixo de uma mesa de sinuca. Ambos, dois homens de 27 anos cada, receberam voz de prisão e foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para interrogatório.

A investigação apura os motivos que levaram ao crime e trabalha para identificar se outras pessoas estavam envolvidas na execução da vítima. O caso é registrado como homicídio doloso, sequestro, cárcere privado, além dos crimes de resistência e desobediência praticados durante o confronto com a polícia.

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