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Stopa critica Abilio por rejeitar equipamentos federais

O presidente do PV em Mato Grosso, José Roberto Stopa, acusa o prefeito de Cuiabá de usar ideologia política como desculpa para recusar vans odontológicas e veículos enviados pelo Governo Federal. Segundo Stopa, a atitude prejudica a população e desvia atenção das deficiências da gestão municipal.

Redação Agora Pronto News(07/07/2026)
Stopa critica Abilio por rejeitar equipamentos federais

José Roberto Stopa, presidente do Partido Verde em Mato Grosso, criticou duramente o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, por rejeitar equipamentos de saúde e automóveis cedidos pelo Governo Federal. Para Stopa, o gestor municipal utiliza questões ideológicas como pretexto para mascarar problemas administrativos da cidade.

De acordo com o dirigente partidário, a recusa em receber as vans odontológicas e veículos representa um ato prejudicial à população cuiabana. Stopa argumenta que os recursos utilizados na aquisição desses equipamentos pertencem aos cidadãos, não ao presidente Lula ou seu governo.

O ex-vice-prefeito destaca que municípios enfrentam diferentes realidades financeiras. Enquanto cidades do agronegócio como Lucas do Rio Verde, Campo Verde e Primavera do Leste possuem maior capacidade de arrecadação, Cuiabá, na condição de capital estadual, necessita de investimentos externos significativos para manter e expandir seus serviços públicos.

Stopa defende uma postura pragmática em relação aos investimentos federais, independentemente da filiação política dos governantes. Na sua visão, a administração municipal deveria priorizar recursos disponibilizados tanto pelo Governo Federal quanto pelo Governo do Estado para fortalecer áreas sensíveis como saúde e atendimento ao público.

A declaração de Stopa intensifica o conflito entre o Partido Verde e a gestão Abilio Brunini. Recentemente, o presidente verde manifestou preocupação com a aproximação de vereadores da sigla com articulações do PL na Câmara Municipal, reafirmando a necessidade de distanciamento político do campo liderado pelo prefeito.

Essa tensão reflete divergências estratégicas sobre como a administração cuiabana deve se relacionar com esferas superiores de governo, particularmente em tempos de diferentes orientações político-ideológicas.

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