O exercício de responsabilidade social ultrapassa limites de cargos ou períodos determinados. Essa é a convicção que norteia a trajetória de Virgínia Mendes, economista e ex-primeira-dama do estado de Mato Grosso, que defende a continuidade do compromisso com a população independentemente das circunstâncias.
Durante sua atuação, Mendes acompanhou a criação e implementação do programa SER Família, uma iniciativa concebida para fortalecer políticas sociais em Mato Grosso. O projeto foi desenvolvido com foco na promoção da dignidade, inclusão e apoio a famílias em condições de vulnerabilidade social.
As ações integrantes do programa surgiram a partir da identificação real de demandas nos municípios mato-grossenses. Comunidades indígenas, idosos, pessoas com deficiência, mulheres vítimas de violência e famílias em busca de moradia receberam atenção específica através de políticas direcionadas. Também foram desenvolvidas iniciativas nas áreas de educação, saúde, segurança e agricultura familiar, sempre considerando o benefício coletivo como norte.
Mendes reforça que o sucesso dessas ações dependeu de uma metodologia fundamentada na escuta genuína, no diálogo permanente e na presença institucional nos territórios. Segundo a economista, somente dessa forma programas e políticas conseguem se adequar às diferentes realidades que caracterizam o estado.
Os investimentos realizados durante a gestão anterior, sob liderança de Mauro Mendes, criaram condições estruturais para a expansão dessas iniciativas. A atual administração, comandada pelo governador Otaviano Pivetta, mantém a continuidade desse trabalho, preservando o empenho no desenvolvimento estadual e na responsividade às necessidades da população.
Para Mendes, o verdadeiro impacto das políticas públicas não se reduz a números ou infraestruturas concluídas. O indicador mais relevante reside na elevação da qualidade de vida das pessoas. Cada família beneficiada, cada porta aberta para oportunidades e cada garantia de direitos representa a essência do serviço público.
A economista finaliza sua reflexão ressaltando que, embora cargos e mandatos sejam passageiros, o dever com o bem comum permanece como obrigação permanente de quem vivencia o poder público. Ela reafirma sua crença de que valores como respeito, solidariedade e responsabilidade são fundamentos indispensáveis para fortalecer políticas públicas e construir uma sociedade fundamentada na justiça e humanidade.




