Christine Nickell, mãe do falecido cantor Oliver Tree, utilizou as redes sociais para confirmar as intenções do filho quanto à sua herança. Diferente do que muitos poderiam esperar em uma situação de sucessão familiar, o artista deixou suas riquezas completamente destinadas a uma instituição beneficente de sua autoria.
Em postagem no Facebook, a mãe reafirmou a decisão: "É verdade, a família de Oliver Tree não vai receber um centavo do seu dinheiro. A sua doação, O Subsídio Extremamente Épico do Dr. Oliver Tree para Bebês Gênios estará funcionando nesta semana". A declaração confirma o testamento do cantor e compositor norte-americano.
Oliver Tree possuía patrimônio estimado em US$ 4 milhões, aproximadamente R$ 20,7 milhões. Sua fortuna foi acumulada ao longo de uma carreira multifacetada como cantor, compositor, produtor musical, cineasta e influenciador digital, com destaque para seus trabalhos na música.
O tema ganhou repercussão após a morte do artista em um acidente aéreo no dia 14 de dezembro. Uma entrevista concedida anteriormente ao programa Zach Sang Show, realizada em abril, viralizou nas redes sociais e revelava os detalhes sobre sua posição quanto à herança.
Durante aquela conversa, Oliver Tree foi direto ao afirmar sua decisão: "Não acredito que nenhuma riqueza ou coisa gerada por ela seja minha. Já deixei claro em meu testamento que, quando eu morrer, ninguém da minha família receberá um centavo, nada".
O cantor explicou que o objetivo era retornar toda a riqueza para o meio artístico. Para isso, estruturou uma fundação denominada Bolsa de Arte para Jovens Gênios do Dr. Oliver Tree. Segundo seu plano, os rendimentos gerados pela sua música funcionariam como principal fonte de financiamento do projeto.
Além disso, Oliver deixou um comitê responsável por gerenciar a distribuição dos recursos. Ele pretendia manter a estrutura ativa enquanto ainda vivesse, com votações anuais para definir os beneficiários. Dessa forma, seus colaboradores em projetos musicais, cinematográficos e artísticos teriam participação nas decisões sobre o destino do dinheiro.




