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Ex-investigador é preso por agredir idoso em elevador

Luciano Testa, investigador aposentado da Polícia Civil, foi preso em Cuiabá após agredir um idoso de 62 anos dentro de um elevador. A agressão ocorreu em 11 de junho no bairro Cidade Alta, após desentendimentos que começaram meses antes. O suspeito foi encaminhado para audiência de custódia e permanece à disposição da Justiça.

Redação Agora Pronto News(ontem)
Ex-investigador é preso por agredir idoso em elevador

A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu mandado de prisão preventiva contra Luciano Testa, de 56 anos, ex-investigador da corporação. A ordem judicial foi expedida pela 14ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá por crime de lesão corporal contra uma vítima idosa. A ação foi realizada pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas.

O episódio violento aconteceu no dia 11 de junho dentro de um elevador em condomínio localizado no bairro Cidade Alta. Após a prisão, o suspeito foi levado para audiência de custódia e colocado à disposição do Poder Judiciário para os trâmites legais.

De acordo com relatos da vítima, os conflitos entre os dois moradores iniciaram em agosto do ano anterior. A esposa do investigador aposentado havia acusado o vizinho de assédio, o que provocou mudanças no comportamento da vítima, que passou a evitar permanecer em locais fechados com a mulher, especialmente no elevador do prédio.

Aproximadamente um mês após esse primeiro episódio, Testa abordou o idoso no interior do elevador e o questionou sobre a mudança de atitude. Na ocasião, fez insinuações de que o morador estaria tentando evitar contato por medo de também ser acusado de assédio.

As provocações continuaram de forma sistemática. O investigador aposentado chegou a fazer sugestões desrespeitosas sobre relacionamentos da vítima com outros moradores e sobre sua posição nas desavenças do condomínio. Os atritos se tornaram cada vez mais frequentes e constrangedores.

Devido aos desentendimentos persistentes, o idoso resolveu buscar a via judicial e ajuizou ação contra Testa. Em 3 de junho, ambos compareceram a uma audiência conciliadora no 4º Juizado Especial Cível com esperança de resolver o conflito.

No entanto, o encontro não surtiu o efeito esperado. Dias depois, no novo encontro dentro do elevador, a situação escalou para a violência física. Imagens de câmeras de segurança registraram a agressão, gerando as evidências necessárias para a ação penal.

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