Na última segunda-feira (31/8), Lionel Messi revelou que não vestirá mais a camisa da seleção argentina. O anúncio foi feito por meio de uma publicação em suas redes sociais, na qual o jogador explicou que a decisão foi difícil, mas necessária para encerrar seu ciclo na equipe principal.
"Foi uma escolha dolorosa, mas sinto que chegou a hora. Sempre amei representar a Argentina e dei o máximo até aqui. Agora, já não tenho mais energia para continuar e é justo abrir espaço para os jovens talentos que vêm surgindo", escreveu Messi.
O craque argentino explicou que a carta foi redigida em 21 de julho, dois dias após a final da Copa do Mundo de 2026. Ele também mencionou que a perda do pai pesou na decisão de deixar a seleção.
Com 125 gols em 207 partidas, Messi é o maior artilheiro e jogador mais atuante da história da Albiceleste. Em duas décadas, participou de seis Copas do Mundo e conquistou quatro títulos importantes com a equipe nacional.
Seu primeiro grande triunfo foi na Copa América de 2021, quando a Argentina venceu o Brasil no Maracanã. No ano seguinte, conquistou a Finalíssima contra a Itália e levantou o troféu da Copa do Mundo no Catar. Em 2024, voltou a ser campeão da Copa América.
Na Copa do Mundo de 2026, Messi disputou seu sexto Mundial, tornou-se o maior artilheiro de todos os tempos na competição com 21 gols e encerrou o torneio com oito gols e quatro assistências.
Na carta publicada, Messi expressou seu apego à seleção: "Sempre lutei e dei tudo para essa camisa. Agradeço o carinho de todos nesses 20 anos incríveis. Agora, serei mais um torcedor fervoroso, acompanhando de fora e torcendo sempre, nos bons e maus momentos."
Ele também agradeceu à família, treinadores, companheiros e dirigentes que estiveram ao seu lado durante toda a jornada: "Levo na memória momentos inesquecíveis. Muito obrigado por tudo."




