A equipe de campanha do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) saiu em defesa da candidatura à reeleição, respondendo às acusações levantadas pelo senador Wellington Fagundes (PL) sobre uma possível impugnação. Segundo comunicado divulgado aos jornalistas, os argumentos apresentados carecem de sustentação legal para comprometer a participação de Pivetta na disputa eleitoral.
No documento enviado à imprensa, a campanha do governador recuperou informações sobre processo judicial que envolveu o senador Wellington Fagundes. O texto menciona que em fevereiro de 2018, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu, de forma unânime, acusação formal contra Wellington pelos delitos de corrupção passiva e movimentação ilícita de valores.
A denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República apontava para o suposto recebimento de quantias financeiras em contraprestação à apresentação de emendas ao orçamento federal, destinadas à aquisição de ambulâncias. Os episódios alegados ocorreram durante o período de 2001 a 2006, quando Wellington exercia mandato de deputado federal.
Em contraposição, a campanha de Pivetta enfatiza que o governador obteve "plena absolvição" perante o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) das acusações relacionadas ao seu caso específico. Conforme o comunicado, a sentença proferida reconheceu a inexistência de crime nos atos atribuídos a Pivetta, que naquele período atuava como prefeito do município de Lucas do Rio Verde.
A defesa de Pivetta segue mantendo que a iniciativa de impugnação configura uma estratégia para confundir os eleitores mato-grossenses, sem apresentar argumentação jurídica consistente que justifique a suspensão da candidatura do governador.




