Mauro Mendes, ex-governador e candidato ao Senado pelo União Brasil, comentou nesta quinta-feira (10) sobre o avanço do atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos) nas intenções de voto. Apesar de manter uma postura reservada, Mendes admitiu que o crescimento do chefe do Executivo estadual nas pesquisas sinaliza uma chance real de vitória ainda na primeira fase da eleição para o Governo de Mato Grosso.
Em entrevista, Mendes afirmou que ainda é cedo para comemorar, mas destacou a evolução de Pivetta, acreditando que isso deve resultar em um desempenho positivo já no primeiro turno. "Esse bom resultado pode, sim, significar a vitória em primeiro turno", afirmou.
Pesquisa recente do Instituto Paraná Pesquisas colocou Pivetta na liderança com 40,8% dos votos enquanto o senador Wellington Fagundes (PL) aparece com 30%. Essa diferença de 10,8 pontos mostra uma mudança significativa se comparada à pesquisa anterior, feita em agosto, quando Pivetta tinha 39% contra 35% de Fagundes.
Para Mendes, parte do sucesso de Pivetta está ligado ao reconhecimento popular da continuidade administrativa entre as gestões. Segundo o ex-governador, Pivetta é o nome mais qualificado para manter o trabalho realizado em Mato Grosso nos últimos anos.
"Eu nunca tive dúvida que o Pivetta era a pessoa mais preparada para dar continuidade nesse bom trabalho que o governo de Mato Grosso fez ao longo desses últimos sete anos", afirmou Mendes, que também destacou as dificuldades enfrentadas ao assumir o Estado, como os impactos da pandemia e a situação econômica delicada.
Nesse cenário, Mendes confia que a população irá compreender gradualmente a importância da continuidade entre as duas gestões, o que favorece a campanha de Pivetta e do grupo político ao qual pertence. "Acredito em Deus, acredito na sabedoria popular e acredito que nós vamos ganhar essa eleição muito bem", afirmou com otimismo.
O momento atual também marca uma movimentação intensa entre os principais grupos políticos que disputarão a liderança do Estado nas próximas eleições de 2026.




