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Flávio Bolsonaro promete aceitar resultados e espera TSE imparcial em 2026

O senador Flávio Bolsonaro afirmou que aceitará o resultado das eleições presidenciais de 2026 e acredita que o Tribunal Superior Eleitoral será imparcial, diferente de 2022. Ele também revisou informações falsas sobre urnas eletrônicas propagadas anteriormente a diplomatas.

Redação Agora Pronto News(03/08/2026)
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Flávio Bolsonaro promete aceitar resultados e espera TSE imparcial em 2026

Flávio Bolsonaro, senador pelo PL e pré-candidato à Presidência da República, declarou neste domingo (2) que acatará o resultado das urnas nas eleições de 2026. Durante sua participação no programa Canal Livre da Band News, o político destacou a expectativa de um Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mais justo e transparente em comparação ao pleito de 2022.

Questionado sobre sua posição oficial acerca da aceitação dos votos, Flávio afirmou que vai concorrer respeitando as regras vigentes e manifestou confiança no atual TSE, presidido pelo ministro Kassio Nunes Marques, com André Mendonça como vice-presidente. Ambos foram indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

"Tenho certeza que o TSE, diferente do de 2022, será imparcial e tomará todas as providências para garantir eleições seguras e transparentes", afirmou o senador, acrescentando que o tribunal tem interesse na normalidade do processo, algo que, segundo ele, não foi observado na última eleição. Flávio também criticou a multa de R$ 22 milhões aplicada ao PL pelo então presidente do TSE, Alexandre de Moraes.

Nas pesquisas até julho de 2023, Flávio aparece em desvantagem contra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Conforme o Datafolha divulgado em 24 de julho, Lula lidera o segundo turno com 48% das intenções de voto contra 43% de Flávio. No primeiro turno, o petista soma 40%, enquanto o senador tem 32%.

O senador também abordou uma polêmica envolvendo declarações falsas feitas em encontro com embaixadores e diplomatas no dia 21 de julho. Na ocasião, ele afirmou incorretamente que as urnas eletrônicas brasileiras têm origem na empresa venezuelana Smartmatic, citando um relatório da CIA. Flávio pediu a esses representantes que enviem o maior número possível de observadores internacionais para as eleições de 2026.

A Justiça Eleitoral já esclareceu que a Smartmatic nunca vendeu urnas ou softwares para o Brasil, embora tenha prestado serviços relacionados a treinamento técnico. Neste domingo, Flávio reconheceu seu erro ao afirmar que a empresa fornecia as urnas, porém reiterou a importância da transparência e da fiscalização internacional no processo eleitoral.

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