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Coronel Fernanda apoia aliança entre PL e MDB em Mato Grosso e segue Flávio Bolsonaro

A deputada federal Coronel Fernanda confirmou apoio à decisão do PL de se unir ao MDB em Mato Grosso, seguindo orientação de Flávio Bolsonaro. Mesmo com críticas internas, ela defende a unidade em torno do palanque bolsonarista para as eleições estaduais.

Redação Agora Pronto News(05/08/2026)
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Coronel Fernanda apoia aliança entre PL e MDB em Mato Grosso e segue Flávio Bolsonaro

A deputada federal Coronel Fernanda (PL) declarou que respeitará a decisão do partido de formar uma aliança com o MDB em Mato Grosso, seguindo a orientação do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República. Mesmo diante de insatisfações de prefeitos e lideranças locais, Fernanda reforçou a importância da união para fortalecer o projeto eleitoral bolsonarista no Estado.

A coligação definida oficialmente no último domingo (2) tem como candidato ao governo o senador Wellington Fagundes (PL) e como pré-candidatos ao Senado o deputado federal José Medeiros (PL) e a deputada estadual Janaina Riva (MDB). Apesar das críticas, principalmente do deputado Medeiros e de dirigentes municipais como o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), a deputada destacou que a decisão foi tomada em conjunto pela direção nacional do PL e pelo senador Flávio Bolsonaro.

Fernanda enfatizou que Flávio Bolsonaro é o único representante do ex-presidente Jair Bolsonaro que deve ser seguido, acrescentando que o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, também concorda com a aliança. "Sou partidária e nossa meta é fortalecer o palanque do Flávio em Mato Grosso, fazendo com que ele tenha a maior votação da história", afirmou a deputada.

Sobre as reclamações dos prefeitos e demais membros do partido que preferiam uma estratégia diferente, Coronel Fernanda defendeu a necessidade de unidade entre partidos que não integram a oposição de esquerda. "Todos os partidos que não são de esquerda podem vir conosco para tirar o PT do poder", declarou.

Por fim, a parlamentar reforçou que questionar Filávio Bolsonaro seria ir contra a vontade do ex-presidente. "Se eu questionar o senador Flávio eu estaria questionando a vontade do presidente Jair Bolsonaro. Vou fazer o meu melhor. Eleição se ganha com voto", concluiu.

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