A convenção do União Brasil em Mato Grosso, marcada para o dia 30 de julho, terá uma regra clara para que suas decisões sejam consideradas válidas: é necessário o comparecimento mínimo de 29 convencionais aptos a votar. Essa exigência está baseada em uma resolução emitida pelo presidente do partido, ex-governador Mauro Mendes.
De acordo com o documento oficial, para que as deliberações tenham validade, pelo menos 3/5 dos convencionais precisam estar presentes e votar. Estima-se que 48 membros estejam habilitados para participar, o que coloca o quórum mínimo em 29 participantes.
Sem esse número mínimo, o União Brasil não poderá oficializar sua posição para as eleições estaduais. O partido tem até 5 de agosto, prazo final determinado pela Justiça Eleitoral, para decidir se irá lançar a candidatura do senador Jayme Campos ao governo de Mato Grosso ou se apoiará a reeleição do atual governador Otaviano Pivetta, que conta com o apoio do presidente Mauro Mendes.
A convenção será realizada na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), no Centro de Cuiabá, e a votação ocorrerá de forma secreta, entre 11h e 16h, com cédulas físicas. Os convencionais deverão apresentar documento oficial com foto para identificação e assinar a lista de presença.
Assim que a votação for encerrada, a apuração começará na sequência, na presença dos fiscais, com abertura da urna lacrada. A comissão eleitoral do partido é presidida por Flávio Azevedo, e conta com os membros Dilemário Alencar, Guilherme Carvalho, José Carlos Pereira e Gilvan Rodrigues da Silva.
Essa etapa é crucial para o futuro político da sigla no estado, já que definirá o rumo do União Brasil nas eleições estaduais de 2022.




