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Investigação revela romance de missionária com líder de facção em Mato Grosso

A Operação Fariseus desvendou um relacionamento íntimo entre a missionária Rhavenna e o preso Renildo, conhecido como líder de facção criminosa em MT. Provas comprovam que a ligação ultrapassava a assistência religiosa e incluía benefícios materiais e emocionais.

Redação Agora Pronto News(15/09/2026)
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Investigação revela romance de missionária com líder de facção em Mato Grosso

Durante a Operação Fariseus, conduzida pela Polícia Civil de Mato Grosso, foram coletadas fotos e outras evidências que demonstram um relacionamento amoroso entre a missionária Rhavenna Barcelos Cabeça de Almeida e o detento Renildo da Silva Rios, conhecido como "Chapa" ou "Velhote" e apontado como líder da principal facção criminosa do estado.

A investigação revelou que o vínculo do casal não se limitava à esfera religiosa. As imagens incluem momentos em que ambos aparecem trocando beijos dentro do presídio, declarações de afeto, presentes caros e até tatuagens relacionadas, além de uma peça íntima personalizada com o apelido de Renildo.

O inquérito aponta que a missão religiosa, utilizada pelo projeto "Resgatando Vidas", comandado pela família de Rhavenna, servia para dar suporte logístico, financeiro e de comunicação à facção. Rhavenna foi presa durante a operação, que foi deflagrada em julho deste ano.

Além do relacionamento com Renildo, Rhavenna também havia sido ligada a outro integrante relevante da facção, Jonas Souza Gonçalves Júnior, apelidado de "Batman". Em algumas imagens, aparece a mãe da missionária, Orminda de Almeida, em contato próximo com o detento.

O material apreendido inclui fotos feitas dentro da penitenciária com celulares, vídeos que mostram chamadas feitas por Renildo usando dispositivos como Apple Watch e tablet, além de registros relacionados a celebrações como o Dia dos Namorados, quando ele enviou flores, presentes, passagens e valores em dinheiro para Rhavenna.

Documentos da investigação ressaltam que a convivência do casal ultrapassava o caráter religioso, assumindo um teor pessoal e afetivo, evidenciando desvio dos propósitos do projeto "Resgatando Vidas" e fortalecendo a ligação da missionária com as lideranças do Comando Vermelho em Mato Grosso (CVMT).

Entre as provas, também se destacam alianças, pulseiras com as iniciais "RR" e o que aparenta ser a chave de um veículo. Rhavenna fez uma tatuagem com a inicial "R" na lombar, consolidando publicamente a relação.

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